Arquidioceses de Curitiba e Rio de Janeiro acolhem novos bispos auxiliares

quinta-feira, junho 08, 2017
O episcopado brasileiro acolhe três novos bispos nesta quarta-feira, 7, com a notícia da nomeação de dois bispos auxiliares para a arquidiocese de Curitiba (PR) e um para a arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ).
Para a arquidiocese paranaense, o Papa Francisco nomeou como bispos auxiliares os padres Francisco Cota de Oliveira, do clero da diocese de Divinópolis (MG), e Amilton Manoel da Silva, até então pároco de São Paulo da Cruz, em São Paulo (SP). 
Já para a arquidiocese do Rio de Janeiro, foi nomeado o monsenhor Juarez Delorto Secco, do clero da diocese de Cachoeiro de Itapemirim (ES). Com a nomeação, ele passa a auxiliar Dom Orani João Tempesta no governo pastoral da arquidiocese.

Sobre os novos bispos

Mineiro de Divinópolis, padre Francisco foi ordenado sacerdote em 1º de agosto de 1999 e passou a atuar em sua diocese natal. Lá ele foi vigário paroquial e depois pároco de Nossa Senhora do Carmo, em Carmo do Cajuru; administrador paroquial e depois pároco de Sant’Ana, em Itaúna. Ele também foi assessor diocesano da Pastoral Juvenil, professor no seminário, promotor de justiça do tribunal eclesiástico diocesano e membro do conselho econômico diocesano. Até o momento, ele era pároco de Nossa Senhora do Pilar, em Pitangui.
Padre Amilton é paulista, nascido em Osvaldo Cruz, na diocese de Marília (SP). Em 18 de janeiro de 1997 ingressou como membro da Congregação da Paixão de Jesus Cristo (Passionistas) e foi ordenado sacerdote em 17 de dezembro de 2000. Ele desenvolveu diversas funções dentro da congregação, como formador de postulantes e coordenador de equipe de espiritualidade. Padre Amilton também foi assessor da Conferência dos Religiosos do Brasil (Regional do Paraná) e vigário paroquial em Colombo (PR) e Ponta Grossa (PR). Atualmente, ele é pároco de São Paulo da Cruz, na arquidiocese de São Paulo.
O novo bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro é natural de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. Antes de entrar no seminário, Monsenhor Juarez estudou Direito Civil e exerceu a profissão de advogado. Sua ordenação sacerdotal foi em 10 de março de 2001. Em sua diocese natal ele foi pároco de São Miguel Arcanjo, em Guaçui; de São Sebastião, em Cachoeiro de Itapemirim; coordenador diocesano da pastoral vocacional e membro do conselho presbiteral e do colégio dos consultores. Atualmente, além de pároco da catedral, ele é chanceler da Cúria, vice-reitor do Seminário Maior, professor da escola diaconal, juiz do tribunal eclesiástico da arquidiocese de Vitória e coordenador regional de pastoral (região 2).