CONHEÇA NOSSAS PASTORAIS

A Pastoral do Dízimo na Paroquia é baseada no modelo da Pró-Dízimo, formada por 307 missionários que visitam as casas de nossa cidade, levando a palavra de Deus e evangelizando os paroquianos para devolverem seus dízimos.

Quase toda as ruas da paroquia são atendidas pela pastoral sendo que em alguns casos a carência de missionário faz com que os trabalhos da pastoral fiquem deficiente.

Os Bairros da cidade são organizados por setores e as ruas por missionários sendo cada dupla de missionário ficando com 50 casas, e cada setor tendo um coordenador que formam o conselho do Dízimo na Paroquial.

A Pastoral foi implantada na paroquia no mês de Setembro do ano de 2004.

Coordenação da Pastoral
Maria Viviane Paulino de Azevedo

Coordenadora
88) 9-9971-3003



 Sobre o Dízimo
Vários textos bíblicos nos ajudam a tomarmos uma decisão, a saber: Levítico 27,30.32; deuteronômio 12,11; Ageu 1,9; Malaquias 3,6-12; 2 corintios 9,6-12; Mateus 23,23. Além destes textos existem vários outros, com estes já da para tirar muitas duvidas.




Apostolado da Oração é fruto de uma semente plantada em 3 de dezembro de 1844, numa casa de estudos, em Vals, perto de Le Puy, na França, pelos jovens jesuítas que cursavam filosofia e teologia. Do mesmo modo que o grão de mostarda de que fala Jesus no Evangelho, essa semente cresceu e se desenvolveu.
Unidos a Cristo, ao Papa e sob as bênçãos de Maria Santíssima, nasceu, humilde e silenciosa, uma pequena organização que, de imediato, levou o nome de Apostolado da Oração. O Bispo de Lê Puy aprovou-a e o papa Pio IX concedeu-lhe em 1849, as primeiras indulgências.
Portanto, o AO celebra este ano, 163 anos de existência e de benéfica caminhada, desde que ultrapassou as fronteiras de um colégio jesuíta e conquistou o mundo inteiro.

APOSTOLADO DA ORAÇÃO DAPARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO DE IPU

A freguesia do Ipu foi agregada ao Apostolado da Oração, aos 7 dias do mês de dezembro do ano de 1902, ao qual foi expedido um diploma de agregação, por Pio IX, Papa para Perpétua Memória., com os seguintes dizeres:

“ Informaram-nos de que nos annos passados, foi instituída canonicamente na diocese de Puy (em França), uma piedosa Associação ou Confraria de fiéis de um e de outro sexo, debaixo do título de Apostolado da Oração, cujos membros, entre muitas outras obras de piedade e caridade que costumam ou que tencionam praticar, se ligam sobretudo por orações quotidianas para obter a graça de Deus para Egreja universal em particular para o Soberano Pontífice. Por uma carta similhante, dada em Gaeta a XIX de Agosto de MDCCCXLIX, concedemos aos membros d’esta Associação alguma indulgências por sete annos. Tendo já expirado o tempo d’esta concessão, pediram-nos que nos dignássemos,em nossa Benignidade Apostólica, de abrir os thesouros dos benefícios celestiaes, de que o Altíssimo nos quis constituir depositário.” Afim de que esta Associação tome diariamente mais incremento, julgamos dever acceder ás súplicas que nos dirigiram, e conceder como se segue nos estatutos.”

( o trecho do documento foi reproduzido na íntegra, inclusive a ortografia própria da época.)


Desde então o Apostolado da Oração de Ipu, permanece fiel aos desejos dos jovens jesuítas de Vals e do Pontífice Pio IX.

No decorrer dos anos, o Ao de Ipu, passou por bons e maus momentos, mas a perseverança dos zeladores e párocos, movidos pelo amor ao Coração de Jesus e Maria, manteve firme a obra desta Pia união do Apostolado da Oração.

No ano 2000, o AO de Ipu, organiza-se; cria uma equipe de coordenação que “arregaça as mangas” e põe as mãos à obra. Escolhe uma comunidade carente e passa atender trinta famílias, moral, espiritual e materialmente.

O trabalho é visto com bons olhos, pelo pároco atual, que por sua vez , apóia, incentiva e ajuda literalmente, fazendo com que o projeto realmente aconteça.

Em 2002, o AO, vive momentos de adesão e entusiasmo e comemora o seu centenário com grande júbilo. Realiza-se na igreja matriz, um tríduo, previamente preparado com retiro espiritual que contou com o padre diretor do AO, na diocese de Sobral.

Realiza-se também o mutirão da saúde, com apoio da Secretaria de Saúde do município; médicos e dentistas fazem centenas de atendimentos, no bairro do corte, onde o AO tem o seu campo de atuação.

O trabalho segue com, visitas quinzenais à comunidade do corte, sempre seguindo o PAE (Plano de Ação Evangelizadora), distribuindo cestas básicas mensalmente, preparando crianças, jovens e adultos, para receberem os sacramentos da Eucaristia, Crisma e Matrimônio.

Em 2004, o AO de Ipu, expande o seu desejo de evangelizar e cria o Apostolado da Oração da Ingazeira (distrito de Ipu), em 2005 o Apostolado da Oração de São José dos Martins (distrito de Ipu), 2006 o Apostolado da Oração de Estivado (distrito de Ipu) e Várzea do Jiló (distrito de Ipu) e em 2007 o Apostolado da Oração na Área Pastoral, no município de Pires Ferreira.
Atualmente, conta com 154 zeladores, sendo 78 atuantes.

PROGRAMA DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO

a) Para a vida Espiritual:
1- Oferecimento do dia (súplica e reparação, em união com o sacrifício Eucarístico)
2- Vida eucarística intensa com participação ativa na Liturgia.
3- Devoção intensa ao Espírito Santo.
4- Devoção especial a Maria Santíssima
5- Vontade de sentir com a Igreja
6- Oração perseverante
b) Para a vida apostólica:
1- Formação sólida das Zeladoras e Zeladores (espiritual, bíblica,litúrgica, apostólica), através de:
2- Reuniões mensais, Retiros, tardes de reflexão, palestras.
3- Corresponsabilidade na salvação do mundo: Cristo e você, à serviço da humanidade.
4- União da Oração com a ação (fecundidade apostólica)
c) Objetivos da ação pastoral:
1- Atuação na base: procura atingir às famílias da comunidade através de pequenos grupos de oração, reflexão e vivência cristã: Zeladores e Famílias Zeladas _ que poderão formar verdadeiras Comunidades Eclesiais de Base.
2- Irradiação da vida cristã no seu meio ambiente, pelo testemunho de vida e pela palavra.
3- Promoção humana e assistência social: pastoral dos pobres ( favelados, asilados, presidiários, etc; pastoral dos enfermos.
4- Espiritualização da comunidade: promove Horas santas, Novenas, terço em família ( mês de maio e do Rosário); Natal em Família, Vias Sacras, etc.
- Desperta nas famílias, espírito de oração e a imitação de Jesus Cristo, através de:
- Consagração da família ao Sagrado Coração de Jesus;
- Entronização, nos lares, da imagem do Coração de Jesus.
5- Evangelização: Catequese global ( crianças, jovens, adultos); Cruzada
Eucarística; Participação na Liturgia.
6- Pastora Vocacional: principalmente pela oração e santificação das
Famílias.
7- Colaboração nas atividades e promoções materiais e sociais da
Paróquia: festas beneficentes, arranjos da igreja ( limpeza, conservação, etc.)
d) Organização e Estrutura Geral:
1 - Diretor Geral Mundial
- Secretários nacionais e regionais
3 - Diretores diocesanos
4 - Centros Paroquiais- formados de
- Diretoria
- Corpo de Zeladores
- Famílias zeladas
A atividade apostólica do AO é ampla e flexível. É evidente que a sua atuação nos diversos campos pastorais, estará sempre condicionada às orientações e autorização dos Bispos e Párocos, e às necessidades da comunidade.
e) O AO de Ipu hoje, está assim estruturado:


(Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão)
                São cristãos leigos e leigas batizados que cooperam, de forma extraordinária, em alguns serviços que não exigem o caráter do sacramento da Ordem.
                                 
 Esses leigos e leigas receberam curso de formação preparado e ministrado pelo pároco que se renova de dois em dois anos.
                     Mensalmente, a cada 1º sábado do mês, os ministros reúnem-se com o pároco para serem orientados e animados na fé para continuarem sua missão.

O QUE FAZ
Levam semanalmente o Pão da Palavra e da Eucaristia aos enfermos e idosos que não podem dirigir-se até a Igreja.
Coopera com o sacerdote na distribuição da Sagrada Comunhão nas celebrações diárias.
Expõe o Santíssimo Sacramento para a adoração.
Nas capelas, cuidam de forma geral para que haja o zelo e respeito com as coisas do Senhor.
Estão sempre atentos no acompanhamento dos enfermos e idosos no sentido da assistência espiritual e material.
Exercem o ministério das Exéquias.

OBJETIVO GERAL

De maneira marcante e construtiva o MESC com humildade e compenetração coopera com o sacerdote em alguns serviços sendo fermento no mundo, enriquecendo com os valores do evangelho, a política, a ciência, a arte, a economia, a família, o lazer, a educação, a cultura, etc.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS E PRÁTICOS

Viver a vocação e missão de batizados.
Em virtude do único sacerdócio de Cristo, participar do sacerdócio comum dos fiéis.
Viver o sacerdócio comum dos fiéis.
Atuar na igreja e no mundo, visando a santificação de todos.
Cooperar com os sacerdotes, de forma extraordinária, em certos serviços.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA PARÓQUIA
·                     Visitas ao presídio
·                     Organização de barraca nos festejos do Orago, nas capelas e aqui na sede.
·                     Participação na liturgia diária.
·                     Adoração mensal, 2ª quinta-feira do mês e organização de procissões.
·                     Adoração na sede e nas capelas no dia de Corpus Christi.
·                     Ajudam na distribuição de cestas básicas.
·                     Apoio nos eventos realizados pela igreja.

O ministro extraordinário da comunhão é, na Igreja Católica, um leigo a quem é dada permissão, de forma temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis, na missa ou noutras circunstâncias, quando não há um ministro ordenado (bispo, presbítero ou diácono) que o possa fazer.
Funções
São estas as funções dos ministros extraordinários da comunhão:

* distribuição da comunhão na missa.
* distribuição da comunhão fora da missa, aos doentes ou outras pessoas que com razão o solicitem.
* administração do viático.
* exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis (mas não a bênção com o mesmo).
A Ordem Franciscana Secular é constituída por Fraternidades abertas a todos os cristãos seculares. Nelas há lugar para jovens, para casados, viúvos e celibatários no mundo; para clérigos e leigos; para todas as classes sociais, todas as profissões, para todas as raças; para homens e mulheres. Há lugar para todos porque se busca viver segundo o Santo Evangelho como irmão e irmãs da penitência.

Os franciscanos seculares constituem uma verdadeira Ordem na Igreja. Não formam um mero movimento ou associação qualquer, mas uma ordem reconhecida como tal pela Igreja, que lhe apresenta uma forma de vida chamada Regra.

História
Foi fundada por volta de 1221 para congregar os leigos que desejavam seguir São Francisco de Assis participando do movimento franciscano. Tem como padroeiros Santa Isabel da Hungria e São Luis IX, Rei de França.

O primeiro casal a seguir a vocação franciscana secular foi o Bem-Aventurado Luquésio (ou Lúcio) e sua esposa Buonadona. Sua memória comemora-se no dia 28 de abril.

Tantas outras pessoas ilustres participaram da Ordem, como Dante Alighieri, Thomas More, o Beato Pio IX, Papa Leão XIII, São Pio X, Beato João XXIII, Papa Paulo VI (e mais outros 2 papas), Chiara Lubich etc.

A primeira regra para conduzir a vivência dos irmãos terceiros foi aprovada, em 1289, pelo Papa Nicolau IV. Essa regra, com pequenas alterações, existiu até 1883 quando o Papa Leão XIII lhe aplicou grande reforma. Essa alteração visava ampliar a contribuição dos franciscanos seculares diante dos problemas sociais da época. Em 24 de junho de 1978, o Papa Paulo VI aprovou a Regra atualmente em vigor.


A JMV é a renovação da Associação das Filhas e Filhos de Maria, que tem sua origem nas Aparições da Virgem a Santa Catarina Labouré, em 1830, na Capela da Casa Mãe, em Paris.
No decorrer da história recebeu os seguintes nomes:
  • Filhas de Maria;
  • Associação Maria Imaculada;
  • Benfaminas da Virgem;
  • Movimento Marial Vicentino
  • Juventude Marial Vicentina
Em Ipu, a associação teve início em 1975, como grupo de Liturgia sob a coordenação de Ir. Maria Costa.
O Fato Histórico de 1830

A experiência bíblica sempre nos diz que Deus chama o homem e pede-lhe uma resposta; envia-o para cumprir uma missão. Recordemos Samuel, Jeremias, Maria...

Cataria Labouré sente o chamado no seu próprio povoado (Fain Lê Mounteirs – França) e dá sua resposta ingressando na Companhia das Filhas da Caridade na qualidade de postulante em 1829 em Paris e, em seguida, no Seminário da Casa Mãe em janeiro de 1830.

Conhecemos a missão que Deus lhe confia através de Maria em suas aparições.
O ano de 1830 é marcado por um fato que nos enche de júbilo poder recordar mais de um século e meio depois. Constitui o início de uma Associação Mariana.

Catarina Labouré diz ao seu diretor, Pe Aladel:
“ A Virgem Santíssima deseja confiar uma missão a V. Reva,: será o seu fundador e diretor. Trata-se de uma Irmandade de Filhos e Filhas de Maria Imaculada...”

Via Sacra

Em 1998, iniciamos um trabalho de evangelização por meio da arte, levando a encenação da Paixão de Cristo a um dos maiores bairros da cidade, o Alto dos 14. Desde então, temos trabalhado todos anos, sem interrupção. Diante desta realidade, a JMV, hoje com 32 anos de existência em Ipu, fica satisfeita em comemorar 10 anos de interpretação da Paixão de Jesus

                          Pastoral do Batismo

A Pastoral do Batismo tem como principal finalidade organizar, preparar e assessorar o pároco em todas as atividades que se referem à realização do sacramento do Batismo.


Somos responsáveis pela realização dos cursos de preparação de pais e padrinhos e de catecumenato.

O Batismo é o Sacramento do nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece.

Reuniões de formação: todo Domingo das 7h  no NAPAM

A PPI na cidade de Ipu se iniciou oficialmente no dia 05 de maio de 2006 com a capacitação da primeira turma de líderes que aconteceu na escola Auton Aragão com a participação de doze líderes Missionárias; Maria da Natividade do Nascimento, Raimunda Gomes Duarte, Maria das Graças Sousa Francisca Fortuna Cardoso, Antonio Araújo de Brito neto, Débora das Silva Marçal,Maria Ascenção Freitas de Paiva, Mirtes Marques Marreira, Maria das Graças Alves, Maria de Lourdes de Sousa, Rosângela Rodrigues de Sousa e Zilma Gorete Campos.

Durante a capacitação recebemos visitas animadoras como a de Padre Nonato e Padre Emanuel, que com sua experiência missionária nos incentivaram e nos falaram das dificuldades que viriam.

Sobre a regência da capacitação estava a coordenação diocesana representada pela Irmã Ana Maria Luciana de Sousa e Tiago Taylor Fialho, que ministraram o curso com muita clareza e empenho, usando de várias dinâmicas e técnicas para facilitar o entendimento do trabalho pastoral a ser realizado pela PPI.

Foram muitos os desafios que enfrentamos , mas as conquistas também foram muitas, e as alegrias incontáveis neste período de um ano. Estamos aqui esperando mais trabalhadores para a messe para que mais idosos possam ser acompanhados a ter uma velhice com mais respeito e dignidade.

Histórico da Pastoral Nacional (CNBB)

No ano de 1993, houve um encontro providencial entre duas pessoas sonhadoras: Dra. Zilda Arns Neumann – Coordenadora Nacional da Pastoral da Criança, e Dr. João Batista Lima Filho – Médico geriatra e, na época, Presidente da SBGG – Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, seção Paraná.

A Dra. Zilda voltava da celebração dos 10 anos da Pastoral da Criança, celebrada em Florestópolis/ PR e o Dr. João Batista Lima Filho ia a Curitiba para um congresso da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - SBGG. Encontraram-se no aeroporto de Londrina. Por causa do mau tempo tiveram que esperar horas e acabaram conversando quase um dia inteiro
A Dra. Zilda dizia: “Muitos líderes idosos da Pastoral da Criança me pedem orientações para seus problemas de pressão alta, urina solta, insônia e outros. Quando eu visito as comunidades com a Pastoral da Criança, ouço as líderes dizerem que ao visitar as famílias, além de gestantes e crianças, também encontram pessoas idosas; e estas líderes gostariam de saber orientar também sobre questões de envelhecimento, porém, não conhecem esta área”.O Dr. João Batista, por sua vez, dizia: “Há muito tempo que nos perguntamos na SBGG como poderíamos dar algum tipo de atendimento ou acompanhamento às pessoas idosas de nosso país. Seria interessante termos redes de solidariedade com os idosos, como a Pastoral da Criança tem para com as crianças. O povo brasileiro está envelhecendo e temos que descobrir uma forma de fazer chegar este conhecimento a toda população”.



A Pastoral da Comunicação é o conjunto de ações realizadas dentro de uma comunidade eclesial. É a pastoral do ser e estar em comunhão com a comunidade. É a pastoral da acolhida, da participação, das inter-relações humanas, da organização solidária e do planejamento democrático do uso de recursos e instrumentos que facilitem o intercâmbio de informações e de manifestações das pessoas no interior da comunidade ou da comunidade para o mundo que o rodeia. É a pastoral da valorização das expressões da cultura humana.
(Frei Edgar Alves Pereira, OFM) CNBB
Assim, na Igreja temos a Pastoral da Comunicação que se preocupa com tudo o que foi refletido. A PASCOM é um serviço à comunicação feita e recebida na comunidade. Relaciona-se com a imprensa comercial para divulgar a imagem pública da Igreja. 

Estuda e reflete os documentos da Igreja que tratam sobre a comunicação, bem como procura estabelecer critérios para a formação dos agentes a fim de que assumam a Pascom como um apostolado e não apenas no aspecto funcional e técnico do uso dos meios.

As dificuldades financeiras, não podemos esquecer, dificultam uma maior velocidade e eficácia da comunicação na Igreja, por ela não estar aliada a grandes grupos internacionais de patrocínio. Permanece o trabalho de continuar investindo, com as forças que se têm, para que a evangelização aconteça nos e pelos modernos meios de comunicação social.

A Pascom utiliza-se de todos os meios de comunicação disponíveis e acessíveis ao maior númeor de pessoas possível: Um jornal,  rádio, um boletim, um mural, página de Internet, etc.

A Pascom deve facilitar a divulgação das atividades paroquiais dentro e fora dela e dos eventos entre as pastorais. É um dos mais eficientes recursos para levar a Boa Nova a todos, sem distinções, separações, medos ou preconceitos. Tem uma responsabilidade muito grande: é a poderosa solução para a necessidade urgente de conversão e evangelização.